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	<title>Comments on: Pra quê publicar, afinal?</title>
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	<description>A vida, literatura e tudo o mais</description>
	<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 12:37:32 +0000</pubDate>
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		<title>By: Rodrigo de Oliveira</title>
		<link>http://www.entretantos.com.br/2007/09/pra-que-publicar-afinal/#comment-1394</link>
		<dc:creator>Rodrigo de Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 00:25:17 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;p&gt;Creio que você, assim como esse Sabato, tem toda razão.  Na verdade é preciso ter algo substancial a dizer, uma mensagem pessoal e verdadeira a passar para se dispor a escrever um livro de qualidade.&lt;/p&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Creio que você, assim como esse Sabato, tem toda razão.  Na verdade é preciso ter algo substancial a dizer, uma mensagem pessoal e verdadeira a passar para se dispor a escrever um livro de qualidade.</p>
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		<title>By: LEM</title>
		<link>http://www.entretantos.com.br/2007/09/pra-que-publicar-afinal/#comment-1393</link>
		<dc:creator>LEM</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Oct 2007 13:08:28 +0000</pubDate>
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		<description>Rafael,
Belo post. A premissa da assertiva do Sabato é, a princípio, correta, mas peca pela generalização e por uma certa arrogância. Há que considerar que muitas obras primas da literatura universal foram escritas por dinheiro. É o caso de boa parte da obra de Balzac, por exemplo, para citar apenas um. Estou defendendo que o bom escritor é aquele que escreve por dinheiro? Claro que não. Creio, apenas, que não é esse o critério que devemos empregar na hora de avaliar um trabalho literário, sob pena de colocarmos num mesmo saco escritores e livros os mais diversos. Do mesmo modo que grandes livros foram escritos por dinheiro, há outros que foram escritos por amor à arte e que são sofríveis e vice-versa. Conclusão: um livro só pode ser avaliado por meio da sua leitura. As motivações e métodos do autor são secundários. E, mesmo assim, cada livro terá um impacto diferente sobre cada mente, gerando as interpretações mais diversas, uma vez que um leitor ou crítico não pode abrir mão do lado subjetivo e emocional do seu julgamento, que é muito particular.
Abraços!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rafael,<br />
Belo post. A premissa da assertiva do Sabato é, a princípio, correta, mas peca pela generalização e por uma certa arrogância. Há que considerar que muitas obras primas da literatura universal foram escritas por dinheiro. É o caso de boa parte da obra de Balzac, por exemplo, para citar apenas um. Estou defendendo que o bom escritor é aquele que escreve por dinheiro? Claro que não. Creio, apenas, que não é esse o critério que devemos empregar na hora de avaliar um trabalho literário, sob pena de colocarmos num mesmo saco escritores e livros os mais diversos. Do mesmo modo que grandes livros foram escritos por dinheiro, há outros que foram escritos por amor à arte e que são sofríveis e vice-versa. Conclusão: um livro só pode ser avaliado por meio da sua leitura. As motivações e métodos do autor são secundários. E, mesmo assim, cada livro terá um impacto diferente sobre cada mente, gerando as interpretações mais diversas, uma vez que um leitor ou crítico não pode abrir mão do lado subjetivo e emocional do seu julgamento, que é muito particular.<br />
Abraços!</p>
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