Resenha de “Click”, de Bill Tancer

Queria poder dedicar todas as mais belas palavras do mundo a ela. Não apenas as mais belas palavras, mas também as mais belas coisas. Infelizmente, não é possível. Porque as mais belas palavras do mundo me escapam, e as mais belas coisas não são minhas, e sim de todos nós. Mas se é verdade quando dizem “o que vale é a intenção”, que fique aqui registrada a minha.

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Hoje tem coluna nova minha, no Digestivo. É a resenha de “Click”, de Bill Tancer. Um livro bem interessante, aliás. Confiram lá!

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Os caríssimos Diogo Salles e Rafael Fernandes colocaram no ar ontem um podcast sobre música, o Tungcast (se o site não abrir de primeira, atualizem, na segunda deve abrir). Para ser sincero, ainda não ouvi, mas baixei e pretendo ouvir hoje à noite. Isso não me impede de recomendar aqui o trabalho dos caras. Ambos são colunistas do Digestivo e vêm escrevendo textaços sobre música nos últimos tempos. Vale a pena conhecer e ouvir no site ou baixar o podcast pra ouvir direto do computador ou mp3player.

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Nos últimos dias venho tentando organizar minhas atividades, aproveitar melhor meu tempo. E precisei deixar um pouco de lado as conversas em tempo real - ou seja, MSN e Google Talk - e também este blog. Ainda tenho bastante coisa atrasada, mas felizmente estou conseguindo diminuir. Em breve fica tudo OK.

5 Responses to “Resenha de “Click”, de Bill Tancer”

  1. Cássia Says:

    Intenção registrada com um sorriso encabulado…

  2. Rafael Fernandes Says:

    Ô rapaz, valeu pela citação do Tungcast!! Abs.

  3. Julio César Mulatinho Says:

    Você faz anotações durante a leitura para ajudar na composição da resenha ou termina de ler e ainda lembra de tudo? Lê em qualquer lugar ou tem um método (um quarto específico, um horário específico)?

  4. Rafael Rodrigues Says:

    Rapaz, depende do livro, Julio. E da minha situação também. Livros com muitos detalhes, eu vou anotando coisas que acho válido citar na resenha ou colo post-its nas páginas. Precisei fazer isso no “Click”, mas não fiz nem com “Vida conjugal” nem com “Leite derramado”, por exemplo. Eles eu li e escrevi a resenha pouco depois. Antigamente eu fazia sempre assim, mas nos últimos tempos tenho anotado mais lembretes, porque a cabeça já não tem mais tanto espaço como antes. Acho que vou fazer um texto sobre isso hehehe Sobre a leitura, leio onde puder, quando puder. No ônibus, na sala de espera, aqui no quarto, enfim, em qualquer lugar, em qualquer horário possível. E você?

  5. Julio César Mulatinho Says:

    Antigamente eu lia em qualquer lugar, mesmo que estivesse cheio de gente ou com muito barulho. Hoje em dia ando com muita dificuldade para me concentrar, então tenho preferido ambientes mais silenciosos e escondidos. Estou ficando velho e rabugento.

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