Archive for the ‘No Digestivo’ Category

A resistência, de Ernesto Sabato

Tuesday, September 15th, 2009

Resenha do livro “A resistência”, de Ernesto Sabato, no Digestivo.

E no O Leitor, republiquei minha resenha de “Como a picaretagem conquistou o mundo”.

Enjoy!

O Pai dos burros

Saturday, August 22nd, 2009

Fiz um pequeno texto sobre “O Pai dos burros”, de Humberto Werneck, e postei lá no blog do Digestivo. Quem quiser dar uma olhadinha, é só clicar aqui.

Resenha de “Click”, de Bill Tancer

Tuesday, July 14th, 2009

Queria poder dedicar todas as mais belas palavras do mundo a ela. Não apenas as mais belas palavras, mas também as mais belas coisas. Infelizmente, não é possível. Porque as mais belas palavras do mundo me escapam, e as mais belas coisas não são minhas, e sim de todos nós. Mas se é verdade quando dizem “o que vale é a intenção”, que fique aqui registrada a minha.

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Hoje tem coluna nova minha, no Digestivo. É a resenha de “Click”, de Bill Tancer. Um livro bem interessante, aliás. Confiram lá!

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Os caríssimos Diogo Salles e Rafael Fernandes colocaram no ar ontem um podcast sobre música, o Tungcast (se o site não abrir de primeira, atualizem, na segunda deve abrir). Para ser sincero, ainda não ouvi, mas baixei e pretendo ouvir hoje à noite. Isso não me impede de recomendar aqui o trabalho dos caras. Ambos são colunistas do Digestivo e vêm escrevendo textaços sobre música nos últimos tempos. Vale a pena conhecer e ouvir no site ou baixar o podcast pra ouvir direto do computador ou mp3player.

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Nos últimos dias venho tentando organizar minhas atividades, aproveitar melhor meu tempo. E precisei deixar um pouco de lado as conversas em tempo real - ou seja, MSN e Google Talk - e também este blog. Ainda tenho bastante coisa atrasada, mas felizmente estou conseguindo diminuir. Em breve fica tudo OK.

Eu não sou jornalista! e Twitter aí do lado

Tuesday, June 23rd, 2009

Está no ar minha coluna “Eu não sou jornalista!”. Lá, no Digestivo, confiram!

E coloquei aí do lado um plugin para mostrar meus posts no Twitter. Achei que seria legal fazer isso.

Resenha de “Porque ela pode”, de Bridie Clark

Monday, June 8th, 2009

É o texto meu que entra no ar daqui a pouco, no Digestivo. Confiram lá!

God save the newspapers!

Tuesday, May 26th, 2009

É o título da minha coluna de hoje, no Digestivo.

Sobre essa coisa do fim dos jornais

Sunday, May 10th, 2009

Escrevi um texto sobre o assunto que já pode ser lido neste link. Mas em 2007 escrevi um outro que, relendo agora, tapa os buracos desse novo. Aí vão dois trechos que julgo serem importantes:

“Na internet, o ensaio de um jornalista como o americano Gay Talese não teria a mesma repercussão que teria se fosse publicado num jornal impresso. Na rede, o texto se perderia, e sofreria com os leitores-pula-pula, que com certeza não leriam a reportagem inteira. Não há espaço na internet para gente do quilate de Gay Talese ou David Remnick, por exemplo. Diversos jornalistas e colunistas que fizeram carreira em veículos impressos têm blogs e colunas em diversos sites. Mas aí é que está: se eles vieram da mídia impressa, por que ela deveria acabar, se é ela que tem financiado, digamos assim, o melhor conteúdo dos sites e blogs?”

“Como leitor, não tenho interesse em ler matérias ou posts nos quais o sujeito fez uma pesquisinha no Google, deu uma olhadinha na Wikipedia e publicou seu texto baseado nas informações adquiridas em sua ‘pesquisa’. Como leitor, me interessa o jornalista que levanta a bunda da cadeira para ver o fato como ele é. Me interessa o jornalista ou articulista que leu não só uma ou duas notícias relacionadas ao fato sobre o qual ele vai escrever, mas sim uma série de textos sobre o assunto. Me interessa o jornalista que luta até o fim para descobrir a veracidade de uma informação ou para consegui-la. Existe algum blogueiro que faça isso? Existe. Mas quantos são?”

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Ainda sobre esse assunto, não deixem de ver esta entrevista que Lúcia Guimarães fez recentemente com Gay Talese.

Amores internéticos

Tuesday, May 5th, 2009

É o assunto da minha coluna que entrou no ar hoje, no Digestivo.

Planeta de macacos

Friday, May 1st, 2009

* Postado no Digestivo

Na introdução de O culto do amador, Andrew Keen faz referência ao “teorema do macaco infinito”, de T.H. Huxley (avô de Aldous):

“Segundo a teoria de Huxley, se fornecermos a um número infinito de macacos um número infinito de máquinas de escrever, alguns macacos em algum lugar vão acabar criando uma obra-prima ― uma peça de Shakespeare, um diálogo de Platão ou um tratado econômico de Adam Smith.”

É só a deixa para, algumas linhas depois, dizer que:

“A tecnologia de hoje vincula todos aqueles macacos a todas aquelas máquinas de escrever. Com a diferença de que em nosso mundo Web 2.0 as máquinas de escrever não são mais máquinas de escrever, e sim computadores pessoais conectados em rede, e os macacos não são exatamente macacos, mas usuários da internet. E em vez de criarem obras-primas, esses milhões e milhões de macacos exuberantes ― muitos sem mais talento nas artes criativas que nossos primos primatas ― estão criando uma interminável floresta de mediocridade.”

Seguindo a lógica de Keen, o Estadão e eu temos razão. Agora me pergunto se os macacos, digo, blogueiros, vão a) fazer máscaras com o rosto de Keen para a próxima Campus Party; b) postar fotos dele com bigode e chifrinho em seus blogs; ou c) começar a chamá-lo de “Keenossauro”.

Espero que nenhuma dessas opções. Uma discussão adulta e sensata sobre os pontos que O culto do amador aborda é necessária, ainda mais porque o próprio Keen parece não ter grandes esperanças no futuro:

“Diga adeus aos especialistas e guardiões da cultura de hoje ― nossos repórteres, nossos âncoras, editores, gravadoras e estúdios de cinema de Hollywood. No atual culto do amador, os macacos é que dirigem o espetáculo. Com suas infinitas máquinas de escrever, estão escrevendo o futuro. E talvez não gostemos do que ele diz.”

Eu não quero viver num planeta de macacos. Você quer?

Mais Mussa

Tuesday, April 21st, 2009

Quando uma banda começa a trabalhar num novo álbum, muitas canções são compostas e às vezes até gravadas, mas nem todas entram no disco. Não que elas não tenham qualidade, muitas vezes canções boas são “eliminadas” por conta de outras 11 terem uma proximidade maior entre elas, por exemplo.

O mesmo acontece na literatura, num livro de contos, por exemplo. Ou mesmo num romance, quando o autor precisa cortar determinados trechos ou mesmo o editor sugere o corte. E no jornalismo também ocorre isso. Por um motivo ou por outro, algumas matérias são publicadas com alguns cortes, mas às vezes acontece de o que ficou de fora poder contribuir para um melhor entendimento da parte que foi publicada.

Tudo isso para dizer que está no Digestivo Cultural o restante da entrevista que fiz com Alberto Mussa (se você acompanha o blog sabe que no mês passado saiu uma matéria minha na revista Brasileiros, justamente sobre um livro de Mussa). Confiram lá!